Mundo terá calor recorde até 2027 e choverá menos na Amazônia, prevê ONU

Quando a mobilização em torno das ações de combate às mudanças climáticas começou, seus efeitos pareciam ainda estar muito distantes. O futuro chegou! E isso não é uma boa notícia! 

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, nos próximos anos, o mundo precisará lidar com os impactos de temperaturas até então inéditas. 

De acordo com o artigo publicado no UOL por Jamil Chade, jornalista premiado, que atua como correspondente na Europa há 20 anos e tem seu escritório dentro da sede da ONU em Genebra, "há uma probabilidade de 98% de que pelo menos um dos próximos cinco anos, e o período de cinco anos como um todo, seja o mais quente já registrado".

A partir do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, de 2022, o mundo discute os riscos para os sistemas naturais e humanos de um aquecimento global de 1,5C. De acordo com o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, estamos nos aproximando perigosamente desta marca: "Estamos nos aproximando do ponto de não retorno, de ultrapassar o limite acordado internacionalmente de 1,5 grau Celsius de aquecimento global". 

De acordo com o informe divulgado pela Organização Meteorológica Mundial, em 2022, a temperatura média global ficou 1,15C acima da média de 1850-1900. O fenômeno La Niña contribuiu para controlar a tendência de aquecimento de longo prazo. Mas ele terminou em março deste ano e a previsão é que um El Niño se desenvolva nos próximos meses.

"Esse relatório não significa que excederemos permanentemente o nível de 1,5°C especificado no Acordo de Paris, que se refere ao aquecimento de longo prazo durante muitos anos. No entanto, a OMM está soando o alarme de que ultrapassaremos o nível de 1,5°C temporariamente e com frequência cada vez maior", disse o secretário-geral da entidade, Petteri Taalas.

A partir do dia 22 de maio e até 2 de junho, está sendo realizado o Congresso Meteorológico Mundial. No centro do debate está o fortalecimento dos serviços meteorológicos e climáticos e o aprimoramento de sistemas de alerta precoce para proteger as populações que vivem em regiões afetadas por desastres naturais.

Link da notícia: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2023/05/17/mundo-tera-calor-recorde-nos-proximos-5-anos-e-queda-de-chuvas-na-amazonia.htm

 

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